TOSSE CONVULSA: PROTOCOLO DE ATUAÇÃO PARA PROFISSIONAIS DE SAÚDE APÓS EXPOSIÇÃO EM HOSPITAL PORTUGUÊS

Autores

Filipa Duarte Costa, Unidade Local de Saúde do Alto Ave; Juliana Rodrigues, Unidade Local de Saúde do Alto Ave; Bárbara Oliveira e Silva, Unidade Local de Saúde do Alto Ave; Joana Peixoto, Unidade Local de Saúde do Alto Ave; Pedro Matos, Unidade Local de Saúde do Alto Ave; Sílvia Oliveira, Unidade Local de Saúde do Alto Ave

Sinopse

A tosse convulsa é uma infeção respiratória altamente contagiosa causada pela Bordetella pertussis. Apesar de a vacinação ter reduzido significativamente a incidência da doença, a imunidade conferida não é duradoura, tornando os profissionais de saúde (PS) particularmente vulneráveis à infeção e
potenciais vetores de transmissão. Objetivos: Definir um protocolo de atuação para PS após exposição a Bordetella pertussis num hospital português, com base nas recomendações nacionais e internacionais. Metodologia: Foi conduzida uma pesquisa bibliográfica sobre a tosse convulsa, que incluiu diretrizes de organizações de saúde pública e artigos científicos indexados na PubMed/MEDLINE (2010-2025), utilizando descritores MeSH e palavras-chave ("Pertussis", "Bordetella pertussis", "Vaccination", "Post-Exposure Prophylaxis", "Occupational Health", "Disease Outbreaks"). Resultados: O protocolo estabelece critérios para a definição de contacto de risco em PS, reforça a importância da vacinação e padroniza os métodos de diagnóstico laboratorial. As intervenções centrais focam-se na Profilaxia Pós-Exposição (PEP) dirigida aos contactos de risco e na gestão da aptidão laboral. Conclusões: Um protocolo estruturado para PS expostos a Bordetella pertussis é essencial para limitar surtos hospitalares e prevenir o contágio de doentes vulneráveis.

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Publicado

1 março 2026

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